“Se a gente já soubesse como vai ser a viagem, não perderia tanto tempo com bobagem, e o meu peito poderia muito bem ser a tua moradia. Eu finjo que acredito no que dizem sobre o amor, eu finjo que é eterno, mas te peço, por favor, esquece tudo e vem passar comigo essa madrugada tão fria. Vê se não fica assustada quando eu digo, eu nunca fui daqueles que fazem sentido.”— Lucas Silveira.
(Fonte: s-i-m-p-l-i-f-i-c-a-r, via flamejado)
“Não é bacana ser orgulhoso. Não é bacana morrer de vontade de falar, ver ou sentir alguém e não colocar isso para fora. Se mostrar forte, mas ter o mesmo pensamento quando acorda e quando dorme. Dizer para todo mundo que esqueceu quando nem você mesmo se convenceu. Lembrar com a cabeça no travesseiro ou o olhar congelado na estrada. Ouvir a música e conseguir sentir o cheiro. Ir ao restaurante e lembrar da mesa de sempre. Ver a foto e sentir aperto. Ligue, chame, mande uma mensagem, apareça sem avisar. Não há deslize ou vacilo que impeça você de tentar. Se a sua sinceridade não for bem recebida, acontece. Toda decepção vale o alívio. Não é bacana engolir a saudade. Sério, orgulho dá gastrite.”— Recontador.
(Fonte: recontador, via adesejar)
“Sou a rasura mal traçada da minha obra literária. Meu pior inimigo sou eu.”— Elisa Bartlett.
(Fonte: oxigenio-dapalavra, via inverbos)
O irônico de estamos magoados é que no fundo queremos ser cuidados por quem nos magoou.
(via adesejar)
“Se eu deitar aqui. Se eu apenas deitar aqui. Você deitaria comigo e esqueceria do mundo?”— Snow Patrol
(Fonte: segredou, via caosfinito)




